Os advogados argumentam que não há mais razão para manter o afastamento porque o Ministério Público Federal (MPF) pediu, em junho, o arquivamento da investigação em relação aos dois. Segundo a defesa, a manifestação do órgão apontou ausência de elementos mínimos de autoria e de evidências de que Cordeiro e Max tenham participado de forma dolosa das irregularidades.
Os dois chegaram a ficar presos preventivamente por quatro meses em 2023, diante das suspeitas de envolvimento no esquema.
A defesa sustenta que, diante do pedido de arquivamento do MPF, os dois podem voltar às funções de assessoramento, respeitadas as restrições em vigor. Se Moraes autorizar, a equipe de Bolsonaro passará a ter seis integrantes.
(Com Agência Estado)
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