De acordo com a empresa, a árvore era monitorada regularmente e não apresentava sinais visíveis de risco antes da queda. Em 2023, ela passou por exames que avaliaram a base do tronco, a madeira e as raízes, sem indicar comprometimento estrutural ou instabilidade.
"Durante todo o período de acompanhamento, a árvore não apresentou sinais de declínio estrutural, como aumento de inclinação, perda de vigor, presença de galhos secos ou sintomas de instabilidade", informou a concessionária.
Ainda segundo a Urbia, a árvore chegou a apresentar uma florada intensa e considerada saudável em 2025, o que reforçava a avaliação de que estava em boas condições até então. A concessionária afirma que alterações provocadas pelo ciclone podem ter ocorrido de forma subterrânea, afetando as raízes sem gerar sinais externos perceptíveis, o que dificultaria a identificação prévia do risco.
A empresa informou que concluiu, em abril de 2024, um inventário completo das árvores do parque, com mais de 15 mil indivíduos catalogados. O levantamento é usado para acompanhar a saúde das árvores e identificar possíveis problemas de forma preventiva.
O acidente deixou três pessoas feridas. Uma mulher de 57 anos sofreu traumatismo craniano e lesão no ombro, foi socorrida de helicóptero pela Polícia Militar e encaminhada ao Hospital São Paulo. As outras duas vítimas tiveram ferimentos leves e receberam atendimento no local.
A Urbia afirmou que o "já está prevista para 2026 uma nova rodada de avaliações de campo aprofundadas, que complementará e atualizará as informações do inventário, fortalecendo ainda mais os protocolos de prevenção, segurança e manejo arbóreo do parque".
(Com Agência Estado)
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