Esses planos são variados e envolvem, por exemplo, fiscalizações sobre a continuidade do fornecimento de energia elétrica e a estrutura de atendimento. A Aneel passa a acompanhar e orientar a atuação do agente por meio de relatórios periódicos. Se a distribuidora responder em conformidade, não será aberto o processo administrativo punitivo; caso contrário, o agente estará sujeito a punições.
Como consequência dos resultados insatisfatórios nos planos de resultados, foram abertos processos punitivos em desfavor da Enel SP. A penalidade de R$ 165 milhões, aplicada após evento climático em novembro de 2023, foi a maior já imposta no segmento de distribuição até o momento.
De 2018 a 2023 foram aplicadas multas que totalizam R$ 320,8 milhões. Contudo, a distribuidora questiona na Justiça o montante de R$ 261,6 milhões, segundo a reguladora.
Em janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) atuem para apurar eventuais falhas na prestação dos serviços de distribuição de energia elétrica pela concessionária.
Para subsidiar o relatório da AGU, o Ministério de Minas e Energia (MME) solicitou o encaminhamento da relação detalhada de todas as medidas regulatórias, fiscalizatórias e sancionatórias efetivamente implementadas pela Aneel no caso, além de outras informações. O detalhamento de 93 páginas foi enviado no dia 19 de janeiro.
A Aneel já informou que está na fase final das diligências do processo que fiscaliza a atuação da Enel São Paulo, com foco nos eventos de interrupção no serviço de energia ocorridos no ano passado. No limite, é esse processo que pode levar à recomendação de caducidade da concessionária.
(Com Agência Estado)
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