Os dois participam na condição de convidados, a partir de requerimento do relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Segundo o parlamentar, os depoimentos devem fornecer subsídios técnicos e estratégicos para a compreensão da dinâmica atual das facções criminosas no País, além de apontar entraves financeiros, legais e operacionais no enfrentamento ao crime organizado.
No pedido, Vieira destaca que as oitivas buscam mapear estratégias de inteligência em curso, gargalos no combate à lavagem de dinheiro e mecanismos de cooperação entre Estados e o governo federal.
Instalada em novembro do ano passado, a CPI concluiu a fase inicial de oitivas técnicas e passou a concentrar os trabalhos em decisões políticas, prioridades orçamentárias e modelos de gestão adotados nos Estados.
Presidida pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES), a CPI ainda pretende ouvir os governadores do Amapá, Bahia, Ceará, Alagoas, Paraná, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e São Paulo. A comissão já ouviu o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), e o ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho.
Após a oitiva de Raquel Lyra, a próxima audiência está marcada para quarta-feira, 11, com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). A sessão foi remarcada após compromisso internacional do governador e deve contar também com a presença do secretário de Segurança Pública fluminense, Victor dos Santos. A convocação atende a novo pedido do relator da CPI.
(Com Agência Estado)
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