Os números não mentem. Quando políticas públicas são planejadas com seriedade, executadas com método e acompanhadas de perto, os resultados aparecem e, no caso da educação de Mato Grosso, aparecem de forma contundente. O salto de oito posições no Ranking de Competitividade dos Estados 2025, colocando o Estado de MT entre os dez melhores do Brasil, não é obra do acaso. É fruto de gestão, decisão política e, sobretudo, de liderança.
À frente da Secretaria de Estado de Educação, Alan Porto tem conduzido uma das transformações mais significativas da educação pública mato-grossense nas últimas décadas. O avanço registrado pelo levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP) revela mais do que uma melhora pontual: mostra consistência, continuidade e foco em resultados estruturantes, como frequência escolar, aprendizagem, gestão da rede e alfabetização na idade certa.
Em apenas dois anos, Mato Grosso deixou a 16ª posição para ocupar o 8º lugar no ranking nacional. Trata-se do maior avanço do país no período. Esse desempenho expressivo reflete escolhas acertadas, como o fortalecimento da permanência dos estudantes na escola, o combate à evasão, o investimento na melhoria da aprendizagem e a eficiência na gestão educacional. Não por acaso, indicadores estratégicos como a Taxa de Frequência Líquida do Ensino Médio e do Ensino Fundamental tiveram saltos relevantes, assim como o Ideb e o desempenho no Enem.
Um dos maiores méritos da atual gestão é compreender que educação de qualidade se constrói desde a base. A alfabetização na idade certa, frequentemente negligenciada em outras administrações, tornou-se prioridade. O resultado foi a superação da meta nacional em 2024 e a conquista do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização categoria Ouro, reconhecimento inédito concedido pelo MEC. Esse avanço não apenas corrige desigualdades históricas, mas projeta um futuro mais promissor para toda uma geração.
O programa EducAção 10 Anos, sintetiza bem essa visão estratégica. Ele rompe com soluções improvisadas e estabelece metas claras, mensuráveis e progressivas, que vão da educação infantil ao ensino médio. O fato de Mato Grosso ser o primeiro estado a concluir uma política específica para os anos finais do ensino fundamental demonstra ousadia administrativa e compromisso com o longo prazo.
No ensino médio, os resultados são igualmente emblemáticos. A ascensão da 22ª para a 8ª posição no ranking do MEC e a redução do analfabetismo para 3,8% abaixo da meta prevista evidenciam que a política educacional estadual dialoga com as necessidades reais da população. Educação, aqui, deixa de ser discurso e passa a ser entrega.
Mais do que comemorar posições em rankings, o que se observa é a consolidação de um modelo de gestão educacional que alia planejamento, acompanhamento técnico e valorização de professores e estudantes. Alan Porto tem mostrado que é possível fazer política pública com responsabilidade, foco e visão de futuro, mesmo em um cenário nacional marcado por desafios históricos na área.
O avanço de Mato Grosso na educação não é apenas uma boa notícia para o Estado; é um exemplo para o país. Demonstra que, quando há liderança comprometida e políticas bem estruturadas, a escola pública pode, sim, ser sinônimo de qualidade, equidade e transformação social.
(*) ALEX RUFINO DA SILVA é Professor, Gestor Educacional e Jornalista.
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