Ao final de cada dia, quase sempre nos perguntamos se fizemos o suficiente. O amanhã chega carregando respostas silenciosas, construídas a partir das escolhas que fizemos, das palavras que dissemos e daquelas que preferimos guardar.
Viver é um exercício contínuo de observação interior. Quando reconhecemos nossos limites, também descobrimos possibilidades. Os projetos que não avançaram ensinam tanto quanto os que deram certo, pois revelam onde precisamos ajustar o rumo.
Muitas vezes somos duros conosco. Um único erro passa a ocupar um espaço maior do que todas as pequenas conquistas do dia. Esse desequilíbrio emocional nos afasta da própria essência e nos impede de perceber que crescer é um processo, não um evento isolado.
O autoconhecimento nasce quando aprendemos a olhar a vida com mais honestidade e menos julgamento. Recomeçar, nesse contexto, não é voltar ao início, mas seguir adiante com mais consciência. É nesse movimento interno que surgem novas energias, capazes de transformar a forma como caminhamos e, sobretudo, como nos enxergamos.
(*) WILSON CARLOS FUAH é escritor, cronista e observador atento da vida política e social de Mato Grosso, é graduado em Ciências Econômica.
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