Arte/HNT

O ex-vereador de Várzea Grande, Chico Curvo, e o candidato a deputado federal Irajá Lacerda, ambos do PSD.
O ex-presidente da Câmara de Várzea Grande, Chico Curvo (PSD), protocolou no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) pedido de renúncia da candidatura a deputado federal. Primo do senador Jayme Campos (União Brasil), Chico disputaria pela terceira vez uma vaga na Câmara dos Deputados, mas formalizou a desistência na última segunda-feira (14). A mudança complica o cenário para o ex-secretário do Ministério da Agricultura, Irajá Lacerda, que tenta o primeiro mandato em Brasília.
O pedido foi deferido pelo desembargador Marcos Machado nesta terça-feira (15). Com a saída, a composição da chapa do PSD para deputado federal sofre alteração e o partido passa a depender ainda mais do desempenho dos demais candidatos para alcançar o quociente eleitoral e conquistar uma cadeira em Brasília.
Com a debandada, Irajá conta com o desempenho nas urnas dos demais companheiros de chapa para o partido atingir o quociente eleitoral, evitando o chamado 'efeito Rosa Neide', repetindo o episódio da eleição 2022 em que a ex-deputada federal Rosa Neide (PT) teve votação expressiva, mas acabou impedida de assumir pois o partido não fez o mínimo de votos para garantir uma cadeira na Câmara.
Para atingir o quociente eleitoral, o PSD aposta em nomes como o deputado federal Emanuelzinho, a suplente de deputada federal Flavinha, ex-MDB, que assumiu o mandato durante a licença de Juarez Costa (Republicanos).
A chapa também conta com o ex-deputado federal Valtenir Pereira, assessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
VEJA COMO FICA CHAPA DO PSD
Emanuelzinho
Flavinha
Irajá Lacerda
Marildes
Procurador Mauro
Professor Siverino
Sarah Botelho
Valtenir Pereira
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