Baqaei acusou o chanceler alemão de "distorcer intencionalmente a narrativa", afirmando que foram os Estados Unidos e Israel, e não o Irã, que iniciaram uma guerra de agressão.
Em mensagem no X, ele criticou a Alemanha por não demonstrar a "coragem moral mínima necessária para condenar tais ações".
O porta-voz iraniano também negou a existência de um programa nuclear militar pelo Irã defendeu que os grupos rotulados por Berlim como "proxies" são, na verdade, "atores independentes com causas e cálculos próprios, lutando por autodeterminação, liberdade e dignidade contra a ocupação e a agressão".
(Com Agência Estado)
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