Segundo comunicado da Nvidia, a expansão da infraestrutura de IA esbarra cada vez mais na disponibilidade de energia. Os atuais processos de conexão à rede foram desenhados para instalações com demanda estável e não para centros de computação capazes de alterar seu consumo diante de restrições no sistema.
A proposta da AEMA é permitir que data centers atuem como cargas flexíveis, deslocando cargas computacionais, utilizando armazenamento de energia, geração associada ou reduzindo temporariamente o consumo em momentos de estresse da rede. Na avaliação do grupo, esse modelo pode aumentar o aproveitamento da infraestrutura existente, reduzir a necessidade de investimentos adicionais e encurtar prazos de conexão.
A aliança afirma que adotará critérios tecnológicos neutros e baseados em desempenho, com métricas para velocidade de resposta, duração, previsibilidade e comportamento durante emergências. O grupo também defende padronização técnica, compartilhamento de dados operacionais e mecanismos de conexão mais rápidos para projetos que assumam compromissos verificáveis de flexibilidade.
A AMEA reunirá empresas de tecnologia, operadoras de data centers, produtores de energia, Utilities e operadores regionais de redes. Nvidia e Emerald AI afirmam já trabalhar com parceiros do setor em instalações capazes de responder em tempo real às condições do sistema elétrico.
(Com Agência Estado)
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