"Eu espero que o Alcolumbre coloque em votação logo, para que a gente possa ter certeza de que a gente vai ter mais tempo para descansar, para cuidar da criança, para passear, para ler alguma coisa - e não para jogar nas bets", afirmou Lula.
Aprovada pela Câmara em maio e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em 2 de setembro, a PEC do fim da escala 6x1 ainda depende de votação no plenário da Casa, comandada por Alcolumbre.
A proposta reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e garante dois dias de descanso remunerado, sem redução salarial. Sua aprovação é uma das prioridades do governo para apresentar uma entrega aos trabalhadores e reforçar a campanha de Lula à reeleição.
CLT
Durante participação no podcast Desce a Letra, o petista também defendeu mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para adaptá-la ao mundo atual.
Ao abordar a legislação trabalhista, o petista disse que sua defesa da CLT é compatível com mudanças para atualizá-la. "Eu sempre defendi a CLT e, ao mesmo tempo, defendo mudança na CLT. Uma lei que foi criada em 1943 precisa se adaptar ao mundo atual; não pode ficar a mesma coisa. Então, tem que mudar", declarou.
Contrato coletivo e sindicatos
Lula defendeu o contrato coletivo de trabalho como instrumento para negociar jornada, reajustes salariais e outros direitos.
Ressaltou, porém, a importância de sindicatos fortes para representar os trabalhadores nessas negociações.
(Com Agência Estado)
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