Na prática, para o eleitor indeciso, o debate insonso na TVCA serviu para aumentar as dúvidas, antes do pleito de domingo (28). Cabral prometeu reestatizar a Companhia de Saneamento da Capital (Sanecap), hoje comandada pela CAB Ambiental, prometendo resolver o problema de água e esgoto com a recuperação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 1).
“O senhor deveria explicar como é que irá fazer isso, porque a CAB já repassou R$ 115 milhões à Prefeitura, com o qual está sendo executado o asfalto do Programa Poeira Zero. Vai atropelar a legalidade...?”, questinou Mendes.
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O formato engessado, comum ao chamado ‘padrão Globo’, também contribuiu para a insistência em provocações ou propostas genéricas, quase sempre pouco claras.
Mauro e Ludio só concordaram com a permanência dos cobradores de ônibus no transporte coletivo, classe quase extinta por causa da Lei do Bilhete Único, aprovada pela Câmara dos Vereadores.
Ludio e Mauro levaram para o debate as ironias, trocas de acusações e ‘carapuças’ que se arrastaram durante toda campanha, especialmente no segundo turno. Trocas de acusações, ilações e pôr o adversário sob suspeição, marca registrada dos marketing dos dois candidatos, se repetiu em boa parte do debate.
Desta forma, a estratégia definida por cada candidato, além do formato imposto pela TVCA, praticamente sufocou o objetivo primordial do debate: tirar dúvida dos eleitores, em especial dos indecisos.
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