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Política Sábado, 27 de Outubro de 2012, 10:58 - A | A

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Sábado, 27 de Outubro de 2012, 10h:58 - A | A

CAMPANHA DE CUIABÁ

Problemas cruciais substituídos por guerra de denúncias e provocações entre Mauro Mendes e Ludio Cabral

Candidatos à prefeitura só chegaram a um consenso sobre o retorno dos cobradores no transporte coletivo municipal

RONALDO PACHECO

O pouco espaço destinado a temas que realmente interessam à população, como saúde, trânsito e transporte, segurança, educação e limpeza durante a maior parte da campanha, principalmente no segundo turno da disputa pela Prefeitura de Cuiabá, se repetiu no último debate, promovido pela TV Centro América (Globo), encerrado nos primeiros instantes deste sábado (27). Os candidatos a prefeito Mauro Mendes (PSB) e Ludio Cabral (PT) transformaram a última oportunidade pública de convencer o eleitorado num autêntico pirão de peixe sem pimenta ou futebol sem torcida.

Na prática, para o eleitor indeciso, o debate insonso na TVCA serviu para aumentar as dúvidas, antes do pleito de domingo (28). Cabral prometeu reestatizar a Companhia de Saneamento da Capital (Sanecap), hoje comandada pela CAB Ambiental, prometendo resolver o problema de água e esgoto com a recuperação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 1).


“O senhor deveria explicar como é que irá fazer isso, porque a CAB já repassou R$ 115 milhões à Prefeitura, com o qual está sendo executado o asfalto do Programa Poeira Zero. Vai atropelar a legalidade...?”, questinou Mendes.


Reprodução

Os candidatos a prefeito Mauro Mendes (PSB) e Ludio Cabral (PT) transformaram a última oportunidade pública de convencer o eleitorado num autêntico futebol sem torcida.

“O que me estranha é sua insistência em defender essa empresa [CAB Ambiental], ao invés de defender a população”, retrucou Ludio.

O formato engessado, comum ao chamado ‘padrão Globo’, também contribuiu para a insistência em provocações ou propostas genéricas, quase sempre pouco claras.

Mauro e Ludio só concordaram com a permanência dos cobradores de ônibus no transporte coletivo, classe quase extinta por causa da Lei do Bilhete Único, aprovada pela Câmara dos Vereadores.

Ludio e Mauro levaram para o debate as ironias, trocas de acusações e ‘carapuças’ que se arrastaram durante toda campanha, especialmente no segundo turno. Trocas de acusações, ilações e pôr o adversário sob suspeição, marca registrada dos marketing dos dois candidatos, se repetiu em boa parte do debate.

Desta forma, a estratégia definida por cada candidato, além do formato imposto pela TVCA, praticamente sufocou o objetivo primordial do debate: tirar dúvida dos eleitores, em especial dos indecisos
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