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Política Domingo, 29 de Março de 2026, 11:29 - A | A

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IRÃ X EUA

Pivetta alerta para alta do petróleo em Mato Grosso e risco no custo de vida

Otaviano Pivetta (UB) lamenta falta de diplomacia entre Irã e EUA e explica como a instabilidade no preço do petróleo atinge desde o transporte coletivo até o custo de produção agrícola em Mato Grosso

BIANCA MORTELARO e GABRIEL BARBOSA
Da redação/Do local

Em um cenário de crescentes tensões globais, o vice-governador Otaviano Pivetta (UB) expressou preocupação com os conflitos armados entre Irã e os Estados Unidos, destacando que "tudo que é guerra é muito ruim" e alertou para as consequências econômicas diretas para Mato Grosso, especialmente o aumento do preço do petróleo.

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“Tudo que é guerra, para começar, é muito ruim. É a falta de capacidade dos homens de resolver diplomaticamente seus conflitos. Então, é sempre muito ruim saber notícia de guerra”, declarou o parlamentar.

Pivetta explicou que o petróleo é um insumo básico para a vida da população e que seu encarecimento pode atingir não só a agricultura, mas o cotidiano dos mato-grossenses.

“O petróleo é um insumo básico para nossa vida, de modo geral, não só para agricultura, mas para todo cidadão mato-grossense. De alguma maneira o petróleo influencia no transporte, dos bens de consumo, dos alimentos, no custo de produção, porque as máquinas todas são trocadas com óleo diesel e no transporte coletivo. A influência do aumento do petróleo é muito ruim na nossa vida e infelizmente isso está acontecendo por causa da guerra”, explica.

Embora não tenha detalhado especificamente o impacto no agronegócio de Mato Grosso, Pivetta deixou claro que o aumento do custo de produção, impulsionado pelo petróleo, afetará diretamente o setor e ressaltou que o estado deve tomar precauções.

“Nesse momento basta lamentar e tomar as precauções necessárias para que a gente não deixe o Estado perecer. Nós temos que manter o Estado firme, um horizonte firme, prestando serviços cada vez melhores na área de segurança, educação, saúde, infraestrutura, vamos continuar construindo nossos caminhos”.

Pivetta concluiu que "o Estado de Mato Grosso não pode retroagir" e que é fundamental "continuar levando o Estado firme em frente e com mudanças inclusive positivas no futuro".

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