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Política Segunda-feira, 04 de Maio de 2026, 22:03 - A | A

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Segunda-feira, 04 de Maio de 2026, 22h:03 - A | A

RETOMOU CONTRATOS

Pivetta admite "falta de comunicação" após desligamentos no SAMU

Governador alega que não foi informado sobre vencimento de contratos e garante retorno de profissionais; Pivetta ressalta que tempo médio de atendimento caiu de 25 para 16 minutos

BIANCA MORTELARO
Da redação

O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), alegou “falta de comunicação” na crise envolvendo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Cuiabá, após a repercussão do desligamento de 56 profissionais no fim de março. A medida, realizada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), provocou reação dos trabalhadores, inflando ainda mais o debate na capital.

Após reconsiderar, Pivetta anunciou, na última quinta-feira (30), a retomada dos contratos dos profissionais. A decisão foi tomada após reunião com a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e representantes da categoria, em meio às críticas sobre possível descontinuidade no atendimento de urgência.

“Não tinha entendido exatamente o que ocorreu. São muitas atividades aqui, eu não sabia que esses contratos tinham vencido no dia 31 de março. Então, aconteceu por falta de comunicação, por um pouco de desinformação, mas está tudo certo”, afirmou o governador, em coletiva nesta segunda-feira (4).

LEIA MAIS: Pivetta recua e anuncia retomada de contratos do Samu em Cuiabá

Segundo ele, os trabalhadores serão recontratados para garantir a continuidade do serviço. “O pessoal vai ser recontratado e o SAMU precisa deles”, disse. Pivetta também destacou que o modelo adotado em Cuiabá foge ao padrão nacional. “Aqui em Cuiabá, a atividade do SAMU é tocada pelo governo do Estado, o que é uma anormalidade. Em todas as capitais e municípios, é tocado pelos municípios. O SAMU é um programa federal disponibilizado por municípios aderentes. No caso de Cuiabá, é diferente, mas está resolvido.”

A crise ocorre em meio a um cenário de disputa sobre a responsabilidade pela gestão do serviço na capital, historicamente marcado por entraves entre Estado e Prefeitura. A saída dos profissionais havia gerado temor de prejuízos no atendimento e mobilizado entidades da saúde.

Apesar do impasse, o governador afirmou que houve avanço nos indicadores do serviço. “O importante é que nós melhoramos o serviço e, além de melhorar, o tempo de atendimento também diminuiu: o tempo médio caiu de 25 para 16 minutos, uma redução de 40%. É isso que importa para nós, o povo está sendo bem atendido”, declarou.

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