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Política Sexta-feira, 05 de Fevereiro de 2016, 08:31 - A | A

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Sexta-feira, 05 de Fevereiro de 2016, 08h:31 - A | A

MODELOS INCOMPATÍVEIS

Nilson Leitão descarta qualquer possibilidade do PSDB se aliar ao PMDB nas eleições municipais

FERNANDA ESCOUTO

Presidente do PSDB em Mato Grosso, o deputado federal Nilson Leitão descartou novamente a possibilidade de a sigla tucana dividir o mesmo palanque que o PMDB nas eleições municipais de 2016. “Modelo de campanha por conveniência tem que passar”, disse.

 

Marcos Lopes/HiperNotícias

Nilson Leitão

Leitão critica modelo de governo do PMDB e descarta aliança nas eleições municipais

“Nós não queremos nos misturar com alguns partidos, é uma questão partidária. Nós não queremos andar com o PT, nós criticamos o PT, o modelo do PT todo dia e o PMDB é vice. Nós criticamos aqui no Estado o jeito de governar da gestão passada. Não é nada pessoal contra ninguém, mas é uma decisão de conceito”, explicou o líder tucano.

 

Segundo Leitão, não se trata de um veto oficial, pois a decisão será do governador Pedro Taques (PSDB) durante a executiva estadual, que só acontecerá após o Carnaval.

 

“Não houve veto oficial a nenhum partido, o debate sobre as regras que queremos nas eleições de 2016 serão colocadas depois do carnaval, nas reuniões da executiva estadual”, completou.

 

Apesar de dizer que o PMDB possui alguns bons gestores no país, Leitão ressalta que em Mato Grosso o modelo da gestão anterior, de Silval Barbosa, hoje preso por fraudes em seu governo, dificulta ainda mais uma possível aliança.

 

“Não vamos personalizar a campanha de 2016 e nem de 2018. Não estamos falando do Silval Barbosa, pois o problema dele é com a Justiça. Estou falando do modelo de governo aplicado aqui e que eu não quero”, disse.

 

Questionado sobre quais partidos farão parte da base nas próximas eleições, o deputado federal afirmou que o PSDB irá sentar com todas as legendas aliadas das eleições do governador Pedro Taques em 2014.

 

“O que não dá mais é para se adequar a cada eleição. Essa adequação está depreciando cada vez mais a classe política. É necessário entender isso, quem não gosta de um modelo, tem que procurar outro, não pode é se adequar”, finalizou. 

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