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Política Segunda-feira, 25 de Maio de 2026, 10:55 - A | A

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Segunda-feira, 25 de Maio de 2026, 10h:55 - A | A

AGARRADA AO PALANQUE

Natasha nega recuo e crava candidatura ao governo: "só não sou candidata se morrer"

A pré-candidata foi rifada no PSB ao Senado em 2022, mas garantiu que articulação ao governo é sustentada por caciques do PSD

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

A pré-candidata ao governo Natasha Slhessarenko (PSD) disse que desistir do pleito não está em seus planos e que só não vai concorrer ao Paiaguás caso morra. Natasha ainda mencionou o oponente, o senador Jayme Campos (União Brasil), que, atualmente, enfrenta o cenário que ela viveu em 2022, e tem dificuldades para viabilizar sua candidatura no partido. Natasha lembrou que Campos declarou que só abriria mão da disputa ao governo se o filho falecido, Jayminho, pedisse.

LEIA MAIS: Filha de Fávaro diz que caso Bolsomaster impulsiona aceitação a Natasha; veja vídeo

"Eu só não vou ser candidata a governadora se eu morrer", disparou Natasha Slhessarenko à Rádio Cultura. "E como não vou morrer, já fiz um pacto com Deus para que eu tenha uma vida longa, tenho muito a fazer ainda, então, está tudo certo e estarei pronta para enfrentar uma campanha ao governo de Mato Grosso", continou a médica.

Rifada no PSB em 2022 quando pretendia disputar o Senado, a médica aprendeu na prática a necessidade de ter garantias em uma eleição. Para este pleito, em 2026, ela asseverou que sua pré-candidatura tem o apoio do presidente do PSD em Mato Grosso, o ex-ministro da Agricultura e senador Carlos Fávaro, que a convidou para se filiar ao partido. Natasha também foi aceita pela Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB).

A médica relembrou as conjecturas à última majoritária. À época, o PSB tinha aliança com o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) que abriu o palanque aos candidatos ao Senado. Internamente, Natasha disputava a única vaga na chapa com o ex-deputado federal Neri Geller (Podemos).

Quando Mauro fechou o palanque, o PSB coligou com o UB e Natasha foi escanteada por não ter experiência eleitoral. Geller, cujo nome era testado nas urnas, obteve a preferência e acabou escolhido como pré-candidato. "Eu nunca desisti. Eu fui empurrada do palanque", falou Natasha.

O PSD investe na popularização da médica. Natasha tem participado de viagens com Fávaro e sua filha, Rafaela Fávaro, presidente do PSD Mulher em MT e pré-candidata a deputada estadual. Segundo Rafaela, os moradores de cidades do interior visitadas pela caravana não estão empolgados com os demais pré-candidatos e foram simpáticos a Natasha.

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