Segundo a embaixada, a operação integra o "plano de três fases" do presidente dos EUA, Donald Trump, para a Venezuela, em coordenação com o Comando Sul das Forças Armadas americanas (Southcom, em inglês) e contou com autorização do governo venezuelano.
O exercício ocorre pouco mais de quatro meses após a deposição do ex-presidente Nicolás Maduro e cerca de dois meses depois da reabertura oficial da embaixada americana em Caracas, após a retomada das relações diplomáticas entre os dois países.
A operação envolveu aeronaves militares Osprey do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, capazes de operar com helicópteros e aviões. As aeronaves sobrevoaram Caracas e pousaram no estacionamento da embaixada, enquanto militares desembarcavam no local.
O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, afirmou anteriormente que o exercício serviria para preparar respostas "em caso de emergências médicas ou catastróficas".
O chefe do Comando Sul, general Francis Donovan, acompanhou pessoalmente a operação e também se reuniu com autoridades venezuelanas e funcionários da embaixada. Segundo o Southcom, esta foi a segunda visita oficial de Donovan a Caracas neste ano.
*Com informações da Associated Press
(Com Agência Estado)
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