Segundo Sybiha, a ONU, a OSCE, o Conselho da Europa e a Unesco devem dar "uma resposta adequada e forte ao agressor, que está tentando compensar a falta de avanços militares no campo de batalha com o terror contra civis". O chanceler afirmou ainda que Vladimir Putin "está tentando intimidar a Ucrânia ao atacar civis e destruir edifícios residenciais, museus, escolas e infraestrutura crítica" e também "tentando intimidar o mundo ao lançar mísseis balísticos de alcance intermediário contra cidades pacíficas".
O ministro pediu aos parceiros da Ucrânia "ações multilaterais resolutas destinadas a dissuadir a Rússia e compeli-la a avançar para uma paz abrangente, justa e duradoura". A ofensiva incluiu o uso do míssil balístico hipersônico Oreshnik, segundo o governo ucraniano, e atingiu prédios residenciais, escolas e um mercado histórico na capital.
Mais cedo, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que o bombardeio "destruiu efetivamente" o Museu de Chernobyl e danificou o Museu Nacional de Arte e o prédio que abriga o escritório da emissora alemã ARD. Segundo ele, também houve contatos com líderes europeus ao longo do dia para discutir a resposta ao ataque.
A Rússia afirmou que a ação foi uma retaliação a ataques ucranianos contra "instalações civis em território russo". Na sexta-feira, o presidente Vladimir Putin havia mandado o Exército preparar propostas de resposta após um ataque de drones contra um alojamento universitário em Starobilsk, no leste da Ucrânia ocupado pela Rússia, onde o número de mortos subiu para 21, segundo Moscou.
*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão. Saiba mais em nossa Política de IA.
(Com Agência Estado)
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