"A era em que um grupo terrorista mantinha uma nação inteira como refém está chegando ao fim", escreveu Rubio. Em comunicado, o secretário acusou o Hezbollah de ignorar pedidos das autoridades libanesas para cessar ataques e respeitar o cessar-fogo, de continuar a bombardear posições israelenses e de deslocar combatentes e armamentos para o sul do país.
Em discurso televisionado, Naim Qasem disse que a entrega das armas do grupo equivaleria à sua destruição. "O desarmamento é aniquilação, e não podemos aceitá-lo", afirmou. Qasem pediu que o governo libanês abandone as conversas com Israel e disse esperar que um eventual acordo entre Washington e Teerã inclua uma trégua também no Líbano.
A declaração ocorre em meio à escalada regional envolvendo Israel, Irã, Líbano e grupos apoiados por Teerã. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou no fim de semana que as negociações com Teerã avançavam, embora ainda dependessem de definição final. Uma nova rodada de negociações entre Líbano e Israel está prevista para junho, em Washington.
*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão. Saiba mais em nossa Política de IA.
(Com Agência Estado)
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