Terça-feira, 01 de Setembro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Política Terça-feira, 01 de Setembro de 2026, 15:35 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 01 de Setembro de 2026, 15h:35 - A | A

"PIORES DA HISTÓRIA"

Mauro rebate fama de desagregador e diz ter “orgulho” de romper com Taques e Emanuel

Candidato ao Senado rejeitou rótulo de desagregador, chamou antigos aliados de "piores da história" e também criticou a mudança de postura de Carlos Fávaro

BIANCA MORTELARO
Da redação

Da Assessoria

MAURO MENDES

O ex-governador e candidato ao Senado Mauro Mendes (União Brasil) defendeu os rompimentos que acumulou ao longo da trajetória política e classificou dois de seus antigos aliados entre os piores gestores da história de Mato Grosso. Mendes afirmou ter “orgulho” de ter rompido com o ex-prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PSD) e com o ex-governador Pedro Taques (PSB).

Mauro rejeitou a avaliação de que os afastamentos seriam resultado de uma postura desagregadora e afirmou que suas decisões foram motivadas por divergências administrativas, políticas e, no caso de Emanuel, também por questões relacionadas à conduta ética.

“Que orgulho eu tenho de ter rompido com o Emanuel Pinheiro, um dos piores prefeitos da história de Cuiabá. Tenho muito orgulho de ter rompido com ele porque ele foi um péssimo prefeito, histórias de corrupção, presos”, declarou Mauro ao programa Notícia de Frente nesta segunda-feira (31).

Mendes também direcionou críticas ao ex-governador e atual adversário ao Senado, Pedro Taques, atribuindo à gestão anterior parte dos problemas financeiros enfrentados por Mato Grosso antes de sua chegada ao Palácio Paiaguás.

“Pedro Taques, um dos piores governadores. Quantos meses ele deixou de pagar servidores? Deixou um caos na saúde, deixou mais de 11 mil fornecedores sem pagar. Deu calote em um monte de gente não pagando esses fornecedores. Tudo isso que eu estou falando está no balanço do Estado”.

Além das lideranças, Mendes também recordou do desafeto com o senador Carlos Fávaro (PSD). Segundo ele, não houve propriamente um rompimento provocado por sua iniciativa, mas uma mudança de posicionamento político do candidato à reeleição, que teria sido eleito em um campo alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro e posteriormente se aproximado do PT.

“Carlos Fávaro, ele foi eleito no campo que eu estou, então não fui eu que rompi com ele. Foi eleito pedindo voto para Bolsonaro, falando de Bolsonaro, depois de eleito foi lá e mudou para o campo do PT. Então não fui eu que rompi, mas eu não tenho muito orgulho de não estar hoje caminhando ao lado dessas pessoas”.

Ao ser questionado sobre a condução de seu próprio governo e os resultados obtidos durante sua gestão, Mendes contrapôs as críticas aos antigos aliados com uma defesa de seu legado administrativo.

“Olha aquela vergonha daquele hospital que ficou 34 anos parado. Um hospital aqui em Cuiabá. Olha quanto hospital nós começamos, finalizamos, todos estão em obra. Isso eu me orgulho. Não estar ao lado dessas pessoas eu também me orgulho”, concluiu.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros