Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Política Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2026, 16:24 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2026, 16h:24 - A | A

LÍDERES SINDICAIS

Mauro classifica como antidemocrática a licença remunerada ilimitada

Em projeto conjunto com Judiciário e MP, Governo de MT propõe fim da licença remunerada eterna para presidentes de sindicatos.

ALINE COÊLHO
DA REDAÇÃO/ DO LOCAL

O governador Mauro Mendes (União) defendeu o Projeto de Lei Complementar (PLC) que limita o afastamento remunerado de servidores públicos para o exercício de mandatos sindicais. A proposta, assinada em conjunto pelo Poder Executivo, Ministério Público (MPMT), Tribunal de Contas (TCE) e Tribunal de Justiça (TJMT), estabelece a suspensão do salário de líderes que ultrapassarem dois mandatos consecutivos à frente de sindicatos.

Em tom crítico, o governador questionou a perpetuação de líderes sindicais que permanecem décadas afastados de suas funções de origem sem prejuízo na remuneração. Para Mendes, a falta de alternância custeada pelo erário fere princípios democráticos.

"Um governador não pode ficar mais de dois mandatos. Um presidente de Poder também não. É justo o cidadão pagar salário para a profissão de alguém ser 'presidente de sindicato' por 20 ou 30 anos? Isso não é justo e não é democrático", disparou o governador.

Embora o projeto tenha gerado reação imediata das categorias que alegam vício de iniciativa, dizendo que cada Poder deveria legislar sobre seus próprios servidores, Mendes ressaltou que a assinatura conjunta dos chefes de Poderes dá legitimidade jurídica à proposta.

O QUE MUDA

O projeto não proíbe reeleições ilimitadas nos sindicatos, mas retira a licença remunerada após o segundo mandato. Se o líder quiser continuar no cargo, precisará abrir mão do salário pago pelo Estado.

O texto está nas comissões da Assembleia Legislativa, e enfrenta forte resistência das frentes sindicais.

LEIA MAIS:  Semana no Legislativo é marcada por RGA e tensão sobre licença sindical 

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros