O senador eleito e ex-governador, Mauro Mendes (União Brasil), avaliou como "normal e natural" a escolha do empresário Eduardo Manciolli na posição de secretário-chefe da Casa Civil. Mauro também defendeu a autonomia do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) para promover mudanças no secretariado, decidindo quem continua ou deixa a gestão.
Mendes elogiou a aposta de Pivetta em Manciolli. Para ele, o empresário poderá contribuir com as articulações do governo com a Assembleia Legislativa (ALMT), principal função da Casa Civil.
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"Conheço o Manciolli, com certeza é um bom nome e vai ajudá-lo na articulação, que é o papel importante da Casa Civil", declarou Mauro Mendesà imprensa nesta quinta-feira (15).
Entre os ex-secretários que podem retornar ao governo está Rogério Gallo, que deixou a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) para coordenar a campanha de Otaviano Pivetta. Mauro, por sua vez, acentuou que evita interferir nas decisões de Otaviano. Segundo ele, Pivetta deve ter a mesma liberdade de escolha que ele ao compor seu staff.
"Eu defendo que o governador tem autonomia, como eu tive, para escolher o seu secretariado. Eu tive essa autonomia, escolhi quem eu quis e ele tem o direito de escolher quem ele quer para ficar, para continuar, para mudar", opinou Mauro.
A escolha de Eduardo Manciolli para a Casa Civil foi a primeira alteração anunciada por Pivetta no primeiro escalão após a reeleição. O empresário substitui Adjaime Ramos de Souza, que retorna à função de secretário-adjunto de Relações Políticas.
Manciolli presidiu o diretório estadual do Republicanos e participou da coordenação da campanha de reeleição do governador. Ele também já havia chefiado o gabinete de governo, função que deixou em agosto para se dedicar à articulação eleitoral.
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As mudanças também alcançaram o segundo escalão. Pivetta nomeou o vereador de Cuiabá, Daniel Monteiro (Republicanos), como secretário-adjunto de Estado de Educação.
Além disso, a vice-governadora eleita Gisela Simona (União Brasil) foi nomeada para um cargo comissionado na Casa Civil antes de assumir o mandato, previsto para janeiro de 2027.
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