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Política Terça-feira, 21 de Novembro de 2023, 14:50 - A | A

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Terça-feira, 21 de Novembro de 2023, 14h:50 - A | A

IRMÃO DE EMANUEL PINHEIRO

Lúdio Cabral explica que PT rejeitou filiação de Popó para evitar "ingerência política" do prefeito

Vereador que assumiu vaga de Edna Sampaio na Câmara, Robison Cireia, protocolou pedido de impugnação da ficha cadastral, apoiado pela executiva do diretório municipal

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O deputado Lúdio Cabral (PT) afirmou que o Partido dos Trabalhadores de Cuiabá rejeitou a filiação do empresário Marco Polo Pinheiro, o 'Popó', irmão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) para evitar seria uma "ingerência política". O parlamentar apoiou a impugnação ao pedido de Popó para fazer parte da sigla. O requerimento para que a agremiação rejeitasse a ficha do irmão do prefeito foi feito pelo vereador que assumiu a vaga de Edna Sampaio, Robinson Cireia (PT). 

"Não participei do processo de debate do pedido de filiação que o Popó fez. Todo cidadão pode pedir filiação no partido pela internet ou por meio de alguém da direção partidária. Depois, esse pedido é avaliado pela executiva municipal. Nosso vereador fez um pedido pela impugnação e nossa executiva deliberou por não aceitar a filiação do Popó", explicou Lúdio Cabral nesta terça-feira (21), na cerimônia de posse do conselheiro Sérgio Ricardo na presidência do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). 

A exclusão de Popó foi definida a portas fechadas com o líder do diretório, Bob Almeida, Cireia, que antes atuava no escritório, e os demais membros da executiva. 

Desde que Lula assumiu a Presidência da República, Popó vem flertando com o grupo de esquerda, no entanto, não foi admitido pela mesa diretora do partido em Cuiabá por representar a figura de Emanuel Pinheiro. O diretório municipal tem um posicionamento contrário à gestão do atual prefeito e pleiteia o Alencastro em 2024, fatores que, segundo Lúdio, distanciam ainda mais o irmão de Emanuel de entrar na sigla. 

"Vou fazer uma leitura política: o Popó é irmão do prefeito de Cuiabá e a filiação dele ao PT, no momento em que o PT está decidindo seu posicionamento para as eleições de 2024, pode parecer um movimento de ingerência política sobre o partido e, por essa razão, a decisão da executiva municipal, de não aceitar qualquer tipo de ingerência do Emanuel Pinheiro no Partido dos Trabalhadores", asseverou o petista. 

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