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Política Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2022, 11:34 - A | A

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Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2022, 11h:34 - A | A

VOTO DE CONFIANÇA

Jayme Campos espera que bancada de MT não faça política pessoal partidária

Apesar de não ter feito palanque a Lula, senador diz acreditar em diálogo e consenso

ALEXANDRA LOPES
Da Redação

O senador Jayme Campos (UB) sugeriu que os demais integrantes da bancada federal que, em sua maioria, apoiou o presidente derrotado Jair Bolsonaro (PL), deposite um voto de confiança no presidente eleito Lula (PT), já que todos querem encontrar soluções para os problemas de Mato Grosso. Para Jayme, a atuação da bancada é importante na interlocução entre governo do Estado e Brasília, destacando que tal articulação tem de ser feita de forma respeitosa e civilizada, sem partir para o pessoal.  

Dos deputados federais eleitos, por exemplo, apenas Emanuelzinho (MDB) apoiou Lula no segundo turno. Coronel Fernanda (PL), Amália Barros (PL), Abílio Brunini (PL), José Medeiros (PL), Coronel Assis (UB), Fábio Garcia (UB) e Juarez Costa (MDB) apoiaram de forma incisiva Jair Bolsonaro.  Dos senadores, apenas Carlos Fávaro (PSD) participou efetivamente da campanha de Lula, coordenando sua campanha em Mato Grosso. Apesar de não ter feito palanque a Lula, Jayme prega dialogo e consenso.

“Nós não queremos um Brasil quanto pior melhor a favor de uma política pessoal e partidária. Eu sou contra literalmente a esse tipo de atitude de qualquer parlamentar. Tudo leva a crer e até o próprio presidente já sinalizou que quer sentar com os governadores, para tratar de alguns assuntos. De qualquer forma, eu espero não só o governo federal trate Mato Grosso, como trate bem os demais estados numa conjugação de esforços para buscarmos soluções para os nossos problemas, que são enormes, não só aqui, mas como em todo território nacional”, declarou.

"Mas, no momento certo, a própria bancada federal vai levar os pleitos para o governo federal. Para nós, de uma forma civilizada, de forma respeitosa, resolvermos as problematicas não só de Mato Grosso, mas de todos os estados", pontuou. 

Ainda segundo o senador, o próprio União Brasil constrói uma conversa no sentindo de criar uma composição política consciente da responsabilidade que os parlamentares têm.

“Pode ter um isoladamente ou outro que haja dessa forma (que faça oposição). Eu imagino que não tenha motivo para votar contra, desde que os projetos sejam bons e de interesse da sociedade brasileira. O cidadão precisa ter independência e responsabilidade, fazer oposição por oposição não é razoável. É preciso dar um voto de confiança e nossa contribuição parlamentar para buscarmos um Brasil melhor”, emendou.

" A última conversa que eu tive com alguns membros do União Brasil, para nós fazermos uma talvez uma composição política até porque não é só o União, todos os partido estão conscientes da responsabilidade que nós temos e independente de qual seja o partido ou ideologia, nós temos que pensar no Brasil", finalizou. 

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