O governador Mauro Mendes (União Brasil) se isentou de discussões sobre a greve no Tribunal de Justiça marcada para 21 de janeiro após o veto do reajuste de 6,8%. A paralisação é organizada pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sinjusmat). Mauro sinalizou que não vai interferir e repassou o contingenciamento da crise ao alto escalão do Judiciário. O governador afirmou que sua função é gerenciar o orçamento público.
O aumento foi aprovado pelos deputados estaduais. No entanto, Mauro não acompanhou o deferimento da Assembleia Legislativa por entender que a concessão geraria um impacto financeiro R$ 1,6 bilhão ao ano aos cofres públicos e a gestão poderia violar a Lei de Responsabilidade Fiscal.
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"É um assunto que tem que ser tratado pelo Judiciário. Eu tenho os meus servidores, o Judiciário tem os deles. Como chefe do Executivo eu cuido das contas públicas, cuido do orçamento público, essa é a minha função. Agora, greve em um poder ou no outro, eles têm uma diretoria, uma presidência que, com certeza vai dar um tratamento adequado", disse Mauro Mendes nesta terça-feira (13).
Mauro também negou um efeito cascata nos demais Poderes, com os servidores de outros órgãos aderindo ao movimento de greve para o governo conceder atender as exigências das categorias.
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