A decisão de Mendonça, relator do caso, atende a um pedido da própria PF. A corporação argumentou que as superintendências regionais, para onde eles foram encaminhados, são destinadas à custódia "transitória e de curtíssima duração", voltadas apenas para a formalização de "atos cartoriais" - identificação e registro, por exemplo.
"A permanência prolongada dos custodiados em unidades da Polícia Federal, além de desviar efetivo para guarda e vigilância, pode comprometer a atividade-fim de polícia judiciária e elevar riscos de segurança, especialmente em unidades com grande circulação de público", afirmou o ministro, na sua decisão.
Vorcaro e Zettel foram presos junto a outros dois associados, Marilson Silva e Luiz Phillipi Mourão, por suspeita de fazer parte de um grupo que acessou indevidamente sistemas sigilosos da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e da Interpol. O grupo teria corrompido dois servidores do Banco Central, que foram alvos de medida cautelar.
(Com Agência Estado)
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