Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,80%, a 10.567,65 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,79%, a 24.216,26 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,79%, a 8.167,73 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,95%, a 45.336,88 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 2,56%, a 17.498,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,59%, a 8.931,27 pontos. As cotações são preliminares.
A informação publicada pelo The New York Times de que agentes do Ministério da Inteligência do Irã entraram em contato indiretamente com a Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA) alimentou o apetite por risco, mas a declaração posterior do país persa de que a notícia era "totalmente falsa" arrefeceu o ânimo.
Diante da alta incerteza geopolítica e os reflexos nas negociações de diferentes ativos, a União Europeia (UE) alertou os integrantes do bloco sobre a forte alta dos preços do gás provocada pela crise, segundo a Reuters. No entanto, a UE disse que não vê, agora, ameaça imediata ao abastecimento e não planeja adotar uma resposta emergencial. Na divisão do Stoxx 600, o setor de petróleo e gás permaneceu no radar e caiu 0,2%.
Na contramão, a sinalização da chefe de política externa da UE, Kaja Kallas, de que a situação no Oriente Médio mostra que a Europa deve investir em defesa deu suporte às negociações do setor, que subiu 2,59%.
A Maersk recuou 1,96% em Copenhague após informar que está suspendendo aceitação de cargas para diversos países do Oriente Médio.
Dentre outros destaques, a ação da gigante esportiva alemã Adidas tombou 3%, depois de decepcionar com guidance, o que limitou os ganhos da Puma, que recuou 0,7%. As cotações são preliminares.
(Com Agência Estado)
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