O candidato ao Senado pelo Avante, Antônio Galvan, atribuiu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um papel de liderança na “moralização” do mundo. Galvan também sugeriu que forças contrárias a Trump tenham submetido o mundo a uma pandemia "fabricada", referindo-se à pandemia de covid-19, que deixou mais de sete milhões de mortos ao redor do globo, segundo as estimativas oficiais. Não há qualquer evidência científica que corrobore com a afirmação do candidato.
"O que eu tenho para dizer é que esse mundo precisa de alguém para moralizar ele. A esquerda foi praticamente eliminada da América do Sul, temos que agora eliminar o Brasil. Então, alguém que vem para salvar o mundo, quando meia dúzia estava querendo dominar criando, inclusive, uma pandemia fabricada", bradou Galvan durante debate entre os candidatos ao Senado exibido pela TV Vila Real nesta quinta-feira (15).
O que se pode esperar? Dizer que um cidadão como o Trump que está moralizando o mundo, trazendo de volta a liberdade das pessoas [é psicopata] isso é uma ingenuidade muito grande, uma desonestidade muito grande principalmente de quem ocupou o Ministério da Agricultura, e não fez nada pela agricultura, o Senado... Pode ter certeza que ele [Trump] veio moralizar o mundo", completou.
A fala ocorreu em resposta ao candidato José Medeiros (PL) que questionou o adversário acerca de sua opinião sobre a declaração de Carlos Fávaro (PSD) que, momentos antes, também no debate, havia se referido ao presidente dos Estados Unidos como um "psicopata".
O debate reúne os candidatos José Medeiros, Antônio Galvan, Carlos Fávaro, Margareth Buzetti (PP) e Pedro Taques (PSB). Janaina Riva do MDB e Mauro Mendes do UB não compareceram.
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