A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou ao HNT Entrevista que promoverá a demissão de servidores comissionados para reduzir gastos, mesmo após a aprovação do projeto que ampliou para 30% o limite de remanejamento orçamentário. Segundo a prefeita, o remanejamento não elimina a crise e é necessário "enxugar a máquina".
Flávia explicou que a Prefeitura estima arrecadar R$ 1,2 bilhão até o final do ano, enquanto as despesas totais chegam a R$ 2 bilhões.
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"Não fecha a conta", disse. "Vamos contingenciar gastos, contingenciar ações e até a folha de salários, fazendo a rescisão de alguns servidores para enxugar o custeio", completou a prefeita.
De acordo com Moretti, o corte no quadro de servidores é uma das alternativas para evitar a interrupção dos serviços essenciais. Ela, no entanto, não informou quantos servidores comissionados serão desligados. A prefeita adiantou que esse levantamento será realizado após reuniões com o secretariado.
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Para complementar o orçamento, a prefeita esclareceu que utilizou emendas e recursos de outras fontes, principalmente na Saúde. Mas a estratégia acabou provocando desequilíbrio em outras áreas, como a Educação.
"Quando eu buscava recursos e emendas, desembolsei o município da fonte própria. Isso gerou um desequilíbrio, porque deixei de encaminhar valores para a Educação e destinei mais recursos para a Saúde, para cobrir custeio", concluiu.
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