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Política Segunda-feira, 31 de Maio de 2021, 11:28 - A | A

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Segunda-feira, 31 de Maio de 2021, 11h:28 - A | A

CONTRATO DE 8 MILHÕES

Empresas disputam o direito de usar o nome da Arena Pantanal

REDAÇÃO

O governo de Mato Grosso pretende vender os direitos de uso do nome da Arena Pantanal. As negociações em curso podem render contrato de até R$ 8 milhões. A prática é conhecida mundialmente como "naming rigths" e o recurso deverá ser utilizado para a manutenção do próprio estádio e obras no entorno.  Além da multinacional Nissan, do setor automobilístico, pelo menos duas gigantes do agronegócio estariam interessadas em explorar o nome do local.

A iniciativa do governo ocorre no momento em que a Arena Pantanal está em alta, com o Cuiabá disputando na temporada da Séria do Brasileirão. O estádio recebeu elogios do coordenador da Confederação Brasileira de Futebol, Carlos Alves, que a classificou como uma das mais bem preparadas do campeonato.

Aproveitando essa boa fase no futebol mato-grossense, o secretário de Cultura Esporte e Lazer de Mato Grosso, Beto Dois a Um,  afirmou que, se o contrato de R$ 8 milhões for fechado, cerca de R$ 6 milhões seriam utilizados para manutenção anual do estádio, cobrindo assim todo seu custo operacional, enquanto o restante do valor seria investido em ações no entorno da Arena Pantanal voltadas para a população cuiabana.

“Agora, começa a segunda etapa, uma busca de parcerias para fazer o naming rights. Naming rights é um expediente que é utilizado em todo Brasil nas grandes arenas para diminuir os custos operacionais dos gestores das arenas”, disse o secretário de Estado.

“Acho que em Mato Grosso tem uma possibilidade gigante, nós temos indústrias e temos um agro muito forte. Sempre imaginei que o agro seria o primeiro interessado, mas antes mesmo de finalizarmos tivemos algumas conversas com a Nissan”, completou Beto Dois a Um.

Sobre o diálogo a respeito das eventuais parcerias, o secretário adiantou que há uma tratativa em curso com a Nissan – que é uma multinacional gigante do setor automobilístico. Além disso, o gestor adiantou que há “conversas um pouco mais avançadas” com ao menos duas empresas ligadas ao agronegócio.

“Acho que seria a forma mais inteligente de utilização. Nós temos um estado importante, o maior produtor do agro do mundo. Somos uma referência em relação a isso. Acho que as possibilidades são inúmeras como o Cuiabá na Série A. Então, acho que qualquer empresa que esteja buscando se conectar, se relacionar com o Centro-Oeste, com Mato Grosso, o naming rights é uma opção”, ponderou.

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