O ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) ironizou o cenário econômico do país no governo Lula e disparou que o brasileiro "não está comendo picanha". Mauro, que é apoiador do senador e pré-candidato a presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ainda criticou os índices da taxa de juros e o volume da dívida pública.
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"Com todo respeito, e eu não gosto muito de ficar perdendo meu tempo criticando as pessoas, mas nós temos que reconhecer que o brasileiro não está comendo picanha, que a vida da grande maioria dos brasileiros não melhorou. Temos os juros mais caros do mundo, nós temos aí uma dívida pública que está crescendo muito", destacou Mauro Mendes no programa Roda de Entrevista da TV Mais.
De acordo com o Tesouro Nacional, a dívida pública brasileira encerrou 2025 em R$ 8,6 trilhões. Esse estoque do endividamento interfere diretamente na movimentação dos juros no mercado por aumentar o risco fiscal e o prêmio de risco, que apontao ao mercado financeiro se o governo federal está gastando mais do que arrecada.
Dados do Banco Central afirmam que 10,48% da renda mensal das famílias é destinada ao pagamento de juros. Esse comprometimento derruba o poder de compra e, para o ex-governador, contribui para a onda de insatisfação a qual Lula está embarcado. A avaliação do ex-governador coincide com a pesquisa Genial/Quaest, divulgada em 15 de abril, que aponta que 52% dos entrevistados desaprovaram o atual presidente.
"O brasileiro, praticamente de cada 10 famílias, 7 está endividada hoje no país, então existe um momento ruim de insatisfação e não está bem as coisas por lado do presidente Lula", ressaltou o ex-governador.
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