A decisão da Convenção das Assembleias de Deus em Mato Grosso (Comademat) de declarar apoio aos nomes de Sebastião Rezende, para deputado estadual, e Victório Galli, para deputado federal, gerou divergências entre lideranças da igreja. Um pastor ligado à família do prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), manifestou apoio público à vereadora Samantha Iris (PL), contrariando a deliberação oficial da convenção.
O posicionamento provocou reação do presidente da Comademat, pastor João Agripino de França, que divulgou vídeo reafirmando a decisão coletiva e recebeu apoio de outros líderes.
Nos bastidores, o episódio também repercutiu entre integrantes da igreja, incluindo o deputado Thiago Silva, que não foi contemplado com apoio institucional.
Paralelamente, circulou no estado um vídeo em que um pastor critica supostas manifestações políticas atribuídas à igreja sem deliberação formal. Na gravação, é reforçada a ideia de que “igreja não é palanque” e que a decisão de voto cabe individualmente aos fiéis.
Em nota, o pastor Thiago Della Rosa, presidente da Assembleia de Deus em Sinop, afirmou que a liderança espiritual exige posicionamentos responsáveis diante dos desafios sociais, reiterando o compromisso da instituição com princípios religiosos e de justiça.
O pastor Silas Paulo, filho de Sebastião Rezende, também questionou o documento da convenção em vídeo. Em resposta, João Agripino divulgou registros da participação de Silas na reunião, defendendo a legitimidade da decisão.
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