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Polícia Terça-feira, 28 de Abril de 2026, 18:05 - A | A

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Terça-feira, 28 de Abril de 2026, 18h:05 - A | A

'POLICIAL NOVINHO'

Escrivão da PJC empossado sub judice é investigado por fotos em site de prostituição

A Corregedoria Geral da Polícia Civil já foi acionada para investigar a conduta do escrivão; nomeação ocorreu por força de decisão judicial após reprovação no TAF

GABRIEL BARBOSA
Da Redação

Um recém-empossado escrivão da Polícia Judiciária Civil (PJC) tornou-se alvo de uma denúncia que está sendo apurada pela Corregedoria Geral da instituição. O servidor, que tomou posse recentemente em Cuiabá, é acusado de manter anúncios ativos em sites de acompanhantes e prostituição masculina. O agravante do caso é que, em uma das fotos utilizadas para promover os serviços, o suspeito aparece utilizando uma camiseta oficial da Polícia Civil de Mato Grosso.

O escrivão conseguiu ingressar nos quadros da instituição por meio de uma decisão judicial (sub judice), uma vez que não havia sido considerado apto em uma das fases cruciais do concurso público: o Teste de Aptidão Física (TAF). Mesmo com a pendência, ele foi nomeado conforme o Ato nº 625/2026.

Nos sites o recém-empossado anunciava os serviços sexuais por R$ 200 a hora. Para vender o serviço, o escrivão postava fotos picantes de si mesmo. Em uma das imagens o servidor aparece utilizando uma camisa da PJC, utilizando o codinome 'Policial Novinho - Sem local', e se descreve como "macho, malhado e forte", e se colocava a disposição para "jantares, passeios e etc", além de relações sexuais.

HISTÓRICO E INVESTIGAÇÃO

Além da atuação na segurança pública, o concurseiro possui registro ativo na OAB-MT e um histórico de aprovações em outros certames, como no concurso da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, a conduta de utilizar o uniforme da PJC para fins de promoção pessoal em sites de cunho sexual fere o estatuto e o código de ética da corporação.

Em nota oficial, a Polícia Civil confirmou que está ciente da situação jurídica do servidor e que as novas denúncias sobre sua conduta extracurricular já foram encaminhadas ao setor competente.

"A Polícia Civil informa que o escrivão de polícia recém-empossado está sub júdice por não estar apto em uma das fases do concurso, o TAF. Quanto às novas informações, a Corregedoria já foi comunicada sobre os fatos para as providências cabíveis", diz o comunicado.

A investigação da Corregedoria deve avaliar se houve transgressão disciplinar grave, o que pode comprometer a permanência do escrivão no cargo, independentemente do desfecho da ação judicial relativa ao TAF.

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