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Polícia Sexta-feira, 14 de Junho de 2024, 19:48 - A | A

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Sexta-feira, 14 de Junho de 2024, 19h:48 - A | A

EM DIAMANTINO

Polícia prende 4 envolvidos na morte de jovem que tinha foto com sinal de facção paulista

Criminosos ainda ocultaram o corpo de Francisco Venicius Sousa Nascimento Barros, de 21 anos

DA REDAÇÃO

Quatro envolvidos na morte de Francisco Venicius Sousa Nascimento Barros, de 21 anos, em março deste ano, em Diamantino (182 km de Cuiabá), foram presos nesta sexta-feira (14), no município. O jovem foi vítima de uma emboscada organizada por uma garota de programa em razão dele ter uma foto perfil do aplicativo WhatsApp fazendo um sinal de três com a mão, que foi deduzido como alusão a uma facção paulista, de onde ele era natural. Depois de morto, os criminosos ainda ocultaram o corpo de Francisco.

Conforme a Polícia Civil, Francisco tinha desaparecido no começo do mês de março no Distrito de Deciolândia, pertencente a Diamantino. Ele estava na região trabalhando em uma prestadora de serviço do interior de São Paulo para uma empresa de bioenergia.

No dia 6 de março, o jovem saiu do hotel que estava hospedado, com outros colegas de trabalho, e não informou para onde iria. Na manhã seguinte, os colegas de Francisco informaram o encarregado da empresa sobre a ausência do rapaz e procuram por ele na região, mas não encontraram. O gerente da empresa procurou a Polícia Civil em Tangará da Serra (217 km de Cuiabá) e registrou o desaparecimento. 

A polícia iniciou as investigações e apurou que Francisco frequentou um prostíbulo no distrito, onde fez programa com uma das profissionais do local. 

Profissionais do prostíbulo foram ouvidas, além de outras testemunhas, e forneceram informações de que Francisco manteve contato, por telefone, com a garota que se relacionou. Ela viu a foto de perfil do aplicativo WhatsApp da vítima, onde ele fazia um sinal de três com a mão, o que foi deduzido como alusão a uma facção paulista. A garota de programa armou uma emboscada para que a vítima comprasse entorpecente. No local, Francisco foi executado por três integrantes de uma facção criminosa, que depois ocultaram o corpo da vítima. 


O delegado Marcos Bruzzi representou pelas prisões temporárias dos quatro envolvidos – a garota de programa e três executores do crime -, que foram cumpridas entre esta quinta e sexta-feira.

“A partir dessas prisões queremos reunir outros elementos probatórios que possam esclarecer toda a dinâmica do desaparecimento da vítima, como ela foi morta e o onde o corpo foi ocultado”, comentou o delegado de Diamantino.

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