Mensagens obtidas pela Polícia Civil indicam que um homem preso teria dado ordens a um comparsa em liberdade antes e depois da execução de Lavínia Gabrielly Guimarães Coutinho, morta a tiros dentro de uma casa noturna em Poxoréu (263 km de Cuiabá). Segundo o inquérito, o suspeito orientou o apoio à fuga e, minutos após o crime, mandou apagar as conversas do celular.
As mensagens foram encontradas após a extração de dados de um aparelho apreendido durante a investigação. O conteúdo mostra que o comparsa recebeu instruções para ficar de prontidão enquanto Lavínia era monitorada e, posteriormente, foi orientado sobre onde deveria aguardar para auxiliar na fuga.
Lavínia foi assassinada por volta das 2h, dentro do Rezende Lounge Hookah, às margens da MT-130. A perícia identificou pelo menos cinco disparos, sendo ao menos quatro contra a vítima.
Logo após o homicídio, o homem que estaria preso teria ordenado que o celular fosse formatado. O comparsa respondeu que apagaria o WhatsApp e passaria a usar outro número.
Para a Polícia Civil, as conversas mostram que o apoio à fuga foi planejado antes do assassinato e que houve uma tentativa imediata de eliminar provas.
O investigado em liberdade teria usado um Hyundai HB20S para auxiliar na fuga. O executor fugiu em uma Honda XRE 300, abandonada posteriormente perto da região conhecida como “lixão”.
Dois investigados foram indiciados por homicídio qualificado e crimes relacionados à organização criminosa. O autor dos disparos ainda não foi identificado.
A investigação continua para identificar o executor, descobrir quem forneceu a arma e a motocicleta e apontar os demais envolvidos no planejamento do crime.
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.










