A Justiça manteve a prisão do cinegrafista André Anderson Santos Rezende, após audiência de custódia nesta sexta-feira (13), mesmo dia em que foi preso pela Polícia Civil acusado de estupro de vulnerável contra uma menina de 10 anos.
Ele já havia sido detido no dia 6 de fevereiro, mas foi liberado por não haver flagrante. Contudo, a investigação policial teve continuidade, até que a Justiça acolheu o pedido de prisão apresentado pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande, como medida para assegurar a ordem pública e proteger a vítima.
O crime ocorreu em 4 de fevereiro, no bairro Nova Fronteira. Uma menina de 10 anos relatou ter sido abordada enquanto ia para a escola e convencida a entrar em um Honda Civic prata. No veículo, André teria praticado atos libidinosos, tocando na criança e forçando contato físico.
Câmeras de segurança captaram a movimentação do veículo nas proximidades da escola, corroborando o trajeto descrito.
Conforme a delegada Paula Gomes Araújo André Anderson confirmou em depoimento ter dado carona à menor, mas sustentou que a menina apenas se assustou, negando veementemente qualquer abuso sexual. Ele também questionou as imagens, alegando diferenças, como a presença de película nos vidros (insulfilm), que seu carro não possuiria.
Apesar da negativa, a vítima reconheceu o suspeito formalmente por meio de fotografias apresentadas na delegacia.
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