Quinta-feira, 06 de Agosto de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Polícia Quinta-feira, 06 de Agosto de 2026, 21:42 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quinta-feira, 06 de Agosto de 2026, 21h:42 - A | A

MESES ANTES

Boletim registrado antes da morte de PM é anexado ao inquérito e reforça investigação

Documento foi registrado pelo suspeito meses antes do crime e, segundo a Polícia Civil, é uma das principais peças para esclarecer a motivação do homicídio

GABRIEL BARBOSA
Da Redação

REPRODUÇÃO: OLHAR DIRETO

WhatsApp Image 2026-08-05 at 15.18.15.jpeg

O boletim de ocorrência registrado por Jonathan Vieira dos Santos, de 33 anos, preso pela morte do policial militar Renato Oliveira Aragão, de 32 anos, passou a ser uma das principais peças analisadas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Segundo o delegado Rogério Gomes, o documento foi anexado ao inquérito, sob sigilo, e pode ajudar a esclarecer a motivação e a sequência dos fatos que antecederam o crime.

Durante entrevista nesta quarta-feira (5), o delegado confirmou que Jonathan registrou o boletim cerca de dois a três meses antes do homicídio. No documento, ele relatou aos policiais o suposto relacionamento amoroso entre sua companheira e o cabo da Polícia Militar.

De acordo com Rogério Gomes, além de narrar a situação, Jonathan pediu providências e informou que fazia o registro para se resguardar.

"Há um boletim de ocorrência, de fato. Está juntado aos autos, de forma sigilosa. Nele, o suspeito relata toda essa situação envolvendo a companheira e a vítima sobre esse suposto relacionamento amoroso. Ele pede providências e afirma que fazia aquele registro para se resguardar", explicou o delegado.

Ainda segundo a Polícia Civil, o boletim passou a integrar o conjunto de provas reunidas pela investigação e será utilizado para reconstruir a cronologia dos acontecimentos que culminaram na morte do policial militar.

As investigações apontam ainda que o suposto relacionamento entre Renato e a companheira de Jonathan teria durado cerca de dois anos, conforme relatos colhidos durante as oitivas.

Renato Oliveira Aragão foi morto a tiros na noite de terça-feira (4), enquanto ministrava uma aula de jiu-jítsu em um projeto social no Centro de Referência de Assistência Social (Cras), no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande. Jonathan foi preso em flagrante, permaneceu em silêncio durante o interrogatório e foi autuado por homicídio qualificado. A DHPP continua apurando o caso.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros