"É preciso que outros lugares sigam o nosso exemplo, pois certas regiões da Europa estão irreconhecíveis", disse Trump. "É um caminho escolhido com insensatez, que levou a déficits crescentes, a maior onda de imigração em massa da história e muitas partes do mundo sendo destruídas diante de nossos olhos", continuou.
O presidente dos EUA afirmou que seu governo acredita "profundamente" no vínculo que mantém com a Europa. "É por isso que questões como energia, comércio, imigração e crescimento econômico precisam ser preocupações centrais para qualquer um que queira ver um Ocidente forte e unido, porque a Europa e esses países precisam fazer a parte deles", disse Trump.
Ao falar das políticas energéticas na Alemanha e no Reino Unido, o republicano criticou a criação de parques de energia eólica no continente. Trump não atacou diretamente o chanceler alemão, Friedrich Merz, e disse que o mandatário está resolvendo os problemas de energia da Alemanha. Sobre a França, Trump disse que o governo em Paris está "tirando vantagem dos EUA há 30 anos".
Críticas ao Canadá
Trump reagiu às declarações de Carney, nesta terça, 20, em Davos, durante seu discurso. "O Canadá recebe muitas vantagens de nós, aliás. Eles também deveriam ser gratos, mas não são. Eu assisti ao seu primeiro-ministro ontem. Ele não tem sido grato aos EUA recentemente", disse.
"O Canadá vive por causa dos Estados Unidos. Lembre-se disso, Mark, da próxima vez que fizer suas declarações", completou Trump.
Em seu discurso na terça-feira, Carney disse que países estão utilizando tarifas como "armas e vulnerabilidades a serem exploradas", sem se referir diretamente aos EUA.
(Com Agência Estado)
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