Abe, um dos políticos mais influentes do Japão, atuava como deputado comum após deixar o cargo de primeiro-ministro quando foi assassinado em 2022, durante uma campanha eleitoral na cidade de Nara, no oeste do país. O fato chocou a nação que tem rígidas leis de controle de armas.
Yamagami se declarou culpado no julgamento que começou em outubro. O Tribunal Distrital de Nara anunciou nesta quarta-feira que emitiu um veredicto de culpado e condenou o homem à prisão perpétua, conforme solicitado pela promotoria.
O condenado afirmou ter matado Abe após ver uma mensagem em vídeo que o ex-líder enviou a um grupo ligado à Igreja da Unificação. Ele acrescentou que seu objetivo era prejudicar a igreja, que ele detestava, e expor seus laços com Abe, segundo investigadores.
Os promotores pediram prisão perpétua para Yamagami, enquanto os advogados solicitaram uma pena de no máximo 20 anos. A lei japonesa autoriza a pena de morte em casos de homicídio, mas os promotores geralmente não a solicitam a menos que pelo menos duas pessoas sejam mortas.
(Com Agência Estado)
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