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Economia Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2026, 13:00 - A | A

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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2026, 13h:00 - A | A

Trump diz que EUA não podem 'subsidiar o mundo' ao defender tarifas para eliminar déficit

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 21, em discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, que os EUA "não podem subsidiar o mundo inteiro", ao defender a aplicação de tarifas como instrumento para corrigir déficits comerciais e fiscais. Segundo ele, as medidas buscam reduzir o endividamento do país e reequilibrar relações econômicas consideradas desfavoráveis.

Ainda durante seu discurso, Trump disse ter assinado um decreto que "proíbe grandes investidores institucionais de comprar imóveis", com foco em casas unifamiliares. De acordo com o presidente, a iniciativa visa ampliar o acesso das famílias americanas à casa própria. "Os Estados Unidos não vão se tornar uma nação de locatários", afirmou, ao sustentar que investidores de grande porte estariam pressionando preços e reduzindo a oferta para compradores individuais.

Havia também a expectativa de que Trump detalhasse a possibilidade de uso de recursos de planos de aposentadoria 401(k) para a entrada na compra de imóveis, como havia sinalizado anteriormente o assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, durante entrevista. Além disso, esperava-se que o republicano anunciasse planos hipotecários com prazo de até 50 anos - como ventilado pelo diretor da Agência Federal de Financiamento da Habitação, Bill Pulte. Nenhuma dessas iniciativas, porém, foi mencionada em seu discurso em Davos.

Trump também declarou ter solicitado ao Congresso que "limite as taxas de juros dos cartões de crédito a 10% por um ano". Segundo ele, a proposta busca aliviar o custo do crédito para os consumidores, diante de taxas que classificou como excessivas. O presidente não detalhou, contudo, o mecanismo legislativo para implementar o teto temporário.

Além disso, Trump afirmou que espera assinar um projeto de lei sobre criptomoedas "em breve" e que os EUA "serão a capital cripto do mundo". Segundo o presidente, a intenção é criar um marco regulatório que estimule investimentos e consolide a liderança americana no setor de ativos digitais.

(Com Agência Estado)

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