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Mundo Quinta-feira, 17 de Setembro de 2026, 11:30 - A | A

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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2026, 11h:30 - A | A

Suécia: contagem confirma vitória da centro esquerda e premiê Kristersson renuncia ao cargo

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

A oposição de centro esquerda na Suécia conquistou uma maioria apertada nas eleições nacionais, segundo a contagem completa divulgada nesta quinta-feira, 17. Com o resultado, o primeiro-ministro Ulf Kristersson anunciou que vai renunciar.

A Autoridade Eleitoral sueca informou que os quatro partidos de oposição garantiram 176 cadeiras no Riksdag, o Parlamento de 349 assentos, na votação de domingo. Já os quatro partidos que compunham ou sustentavam o governo conservador conquistaram 173 cadeiras.

Pouco após a divulgação do resultado final, Kristersson, que lidera uma coalizão de centro-direita, publicou uma carta na rede X informando sua saída do cargo. A líder da oposição, Magdalena Andersson - ex-primeira-ministra - afirmou que "o povo sueco votou por uma nova direção para nosso país, votou por coesão e contra a divisão", segundo a agência TT.

Ainda não está claro que tipo de governo será formado para comandar o país pelos próximos quatro anos. A Suécia, com cerca de 10,6 milhões de habitantes, integra a União Europeia (UE) e é o membro mais recente da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Andersson tenta retomar o posto de premiê, perdido em 2022. Seu partido, os Social-Democratas (centro-esquerda), foi o maior individualmente, com 99 cadeiras, embora tenha perdido oito assentos.

A maioria da oposição foi confirmada após a contagem de votos antecipados que não chegaram a tempo às seções no dia da eleição, incluindo votos do exterior.

Kristersson governava com uma coalizão de três partidos e dependia do apoio externo dos Democratas da Suécia, legenda anti-imigração com raízes na extrema direita. O partido teve desempenho abaixo do esperado: caiu para o terceiro lugar, atrás dos Moderados de Kristersson, e ficou com 62 cadeiras - 11 a menos do que no Parlamento anterior.

Caso assuma, Andersson terá de costurar um acordo difícil dentro do bloco vencedor, marcado por divergências. O Partido do Centro, aliado à esquerda por rejeitar governar com os Democratas da Suécia, também resiste a integrar um governo com o Partido de Esquerda. Apesar das disputas, há consenso amplo no país em temas como apoio à Ucrânia e a adesão à Otan, que a Suécia concluiu em 2024 como o 32º membro.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast (Sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

(Com Agência Estado)

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