"Como afirmado em diversas ocasiões anteriores, a Índia permanece firmemente comprometida em garantir a segurança energética para seus 1,4 bilhão de habitantes. O país continuará a fazê-lo por meio da diversificação de fornecedores e com base nas dinâmicas de mercado em evolução", ressaltou a pasta na nota.
No comunicado, a Índia menciona que a questão foi discutida em "alto nível" nos últimos meses com diversos interlocutores americanos e alertou que as "potenciais implicações" foram "articuladas de forma muito clara" pelo lado indiano não apenas para a relação bilateral, mas também para o mercado internacional de energia.
Nova Délhi afirmou ainda ter determinação em adotar todas as medidas necessárias para proteger seus interesses comerciais e econômicos. "O governo trabalhará em estreita colaboração com entidades do comércio e da indústria indianas para lidar com os impactos desses desdobramentos", acrescentou.
A medida aprovada em Washington pode conferir ao presidente dos EUA, Donald Trump, autoridade para impor tarifas de até 100% sobre compradores de energia russa, o que pode afetar diretamente países como a Índia e a China, a depender de como as medidas forem implementadas.
(Com Agência Estado)
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