"O presidente Trump, o secretário de Defesa Hegseth e o chefe do Estado-Maior Dan Kaine deixaram tudo bem claro: nós estamos prontos. As Forças Armadas dos EUA podem derrotar qualquer ameaça, no momento e no local de nossa escolha, e acredito que isso continua sendo verdade hoje", afirmou Duffey em entrevista à Fox News.
O Pentágono anunciou na segunda-feira que a Marinha concedeu à gigante da defesa Raytheon um contrato de US$ 22,9 bilhões para expandir e acelerar a produção de mísseis de cruzeiro Tomahawk, em meio às preocupações de Washington sobre o potencial aumento de seu arsenal de armas de precisão de longo alcance.
Segundo Duffey, o acordo é significativo por ampliar a escala de produção em relação ao que vinha sendo feito anteriormente e por envolver não apenas a Raytheon, mas também outros fornecedores, como a Lockheed Martin.
"O presidente deixou claro para a indústria que não conseguimos fazer isso sem ela. Precisamos que eles deem um passo à frente, e acredito que este acordo demonstra que eles estão fazendo isso em várias frentes", disse.
Questionado sobre a prontidão dos armamentos, Duffey, no entanto, não detalhou quantos mísseis o contrato compraria nem em que prazo eles estariam disponíveis para uso operacional.
(Com Agência Estado)
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