"Eu havia anunciado que esse ato intolerável seria seguido de consequências", escreveu Barrot.
Segundo o ministro, a França ainda se posiciona ao lado do povo iraniano e apoia "seus artistas, cientistas e pesquisadores", que considera "principais vítimas" das tensões no Oriente Médio. "O povo iraniano, um grande povo, está preso entre a repressão sangrenta das manifestações de janeiro de 2026 e os bombardeios" da guerra, observou.
(Com Agência Estado)
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