"As políticas e práticas do governo de Israel, incluindo o fortalecimento do controle israelense, estão minando a estabilidade e as perspectivas de uma solução de dois Estados. O direito internacional é claro: os assentamentos israelenses na Cisjordânia são ilegais", diz o texto.
A declaração apela ao governo de Israel para que cesse a expansão dos assentamentos e dos poderes administrativos, assegure a responsabilização pela violência dos colonos e investigue as alegações contra as forças israelenses.
Os países também pedem, dentre outras questões, para que o governo respeite a custódia hashemita sobre os locais sagrados de Jerusalém e os acordos históricos de status quo, e suspenda as restrições financeiras à Autoridade Palestina e à economia palestina.
As nações reiteraram o compromisso "inabalável" com uma paz abrangente, justa e duradoura, com base em uma solução negociada de dois Estados, em conformidade com as resoluções pertinentes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).
(Com Agência Estado)
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