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Mundo Quinta-feira, 21 de Maio de 2026, 15:30 - A | A

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Quinta-feira, 21 de Maio de 2026, 15h:30 - A | A

Trump: EUA vão receber o urânio do Irã e, provavelmente, o destruirá

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse os EUA vão receber o urânio enriquecido do Irã e que, provavelmente, vão destruí-lo. "Irã não vai ficar com urânio", enfatizou a repórteres nesta quinta-feira, 21.

Em evento, Trump voltou a comentar que Teerã não pode ter uma arma nuclear e que, se o país persa não fechar acordo, "tomaremos medidas drásticas". "Estamos negociando; vamos conseguir acordo de um jeito ou de outro", acrescentou.

Perguntado sobre as taxas de fluxo no Estreito de Ormuz, o republicano respondeu que os EUA têm "controle total do estreito" e quer que a passagem seja "aberta, livre e sem pedágios". O mandatário também reafirmou que a guerra com Irã vai acabar em breve e que os preços da gasolina vão ficar mais baixos do que estavam antes do conflito.

À respeito da reforma na Casa Branca iniciada por ser governo, Trump frisou que as melhorias serão "herança ao próximo presidente, eu sairei em breve". Ele disse querer construir um porto de drones e "outras coisas de segurança" na Casa Branca, alegando que uma parte dos gastos com reforma é para segurança nacional.

O responsável pelas regras do Senado decidiu contra o financiamento de segurança destinado ao projeto do salão de baile da Casa Branca de Trump no sábado, após os democratas argumentarem que o dinheiro de segurança não pertence a ele. Trump afirmou que doadores privados financiarão o salão de US$ 400 milhões. "Quero aumentar segurança da Casa Branca, mas consideram isso um presente para mim", reclamou o republicano.

Ele qualificou como uma "decisão horrível" o bloqueio pelo Supre Corte das tarifas com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, em inglês) e que o governo provavelmente terá que reembolsar US$ 149 bilhões em tarifas.

Trump voltou a chamar Cuba de "país falido", mas que os EUA querem ajudá-los. Sobre um decreto de inteligência artificial previsto para ser assinado nesta quinta, ele afirmou que o adiou por não gostar de certos aspectos, sem dar mais detalhes.

(Com Agência Estado)

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