O senador Jayme Campos (UB) afirmou que o confronto entre o Poder Legislativo e Executivo se tornou um “cabo de guerra” em Várzea Grande, trazendo consequências diretas à população. A fala ocorre após intensos conflitos entre a Prefeitura e a Câmara Municipal, entre eles um escândalo envolvendo escutas clandestinas nos gabinetes da prefeita e de vereadores aliados, o vazamento de áudios atribuídos à chefe do Executivo e a disputa da reeleição de Wanderley Cerqueira (MDB) à Mesa Diretora no Legislativo.
“Virou um cabo de guerra, né? Você puxa para lá, o pau come para lá e isso é muito ruim para o município, porque ele está pagando a conta e a sociedade várzea-grandense”, declarou Campos em entrevista à imprensa nesta quinta-feira (21).
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Ao aconselhar os vereadores e a Prefeita, Flávia Moretti (PL), Jayme pregou o diálogo entre os poderes.
“Eu acho que todo mundo é maduro suficientemente para tomar a decisão que é bem interpretada. O que precisa buscar é conciliação entre o poder Executivo e o Legislativo através do diálogo, do entendimento”.
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Jayme, que foi prefeito do município em três mandatos distintos, destacou que a falta de diálogo estaria partindo da Prefeita Flávia Moretti. O senador reforçou sua opinião citando que o poder Legislativo Municipal requer respeito à sua atuação.
“Me parece que está faltando esse diálogo por parte do poder Executivo. Eu imagino que são 23 vereadores, se não me falha a memória, que quer e exige o mínimo de respeito do poder Executivo em relação, naturalmente, à atuação de cada vereador”, ressaltou o parlamentar.
Os embates públicos se intensificaram nesta sexta-feira (22), após o vereador Wender Madureira (Republicanos), ir ‘pra cima’ da prefeita, durante visita de Moretti à Casa de Leis. O ex-comandante da Guarda Municipal, Loriney dos Santos, deu voz de prisão ao vereador, porém, ele não foi conduzido às autoridades policiais. A Câmara de Várzea Grande manifestou repúdio à ação.
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