A cúpula reúne diplomatas do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, juntamente com países membros mais recentes. Isso ocorre enquanto a guerra no Irã interrompeu os suprimentos globais de energia e elevou os preços do petróleo, coincidindo com a reunião do presidente dos EUA, Donald Trump, com o líder chinês, Xi Jinping, em Pequim.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, e o principal diplomata da Rússia, Sergey Lavrov, estão presentes. A China está representada pelo embaixador Xu Feihong, enquanto o ministro das Relações Exteriores Wang Yi permanece na capital chinesa durante a visita de Trump.
O ministro das Relações Exteriores da Índia, Subrahmanyam Jaishankar, disse que as conversas se concentrarão em desafios globais e regionais e em maneiras de aprofundar a cooperação entre as nações membros.
Em suas observações iniciais, Jaishankar afirmou que o Brics poderia ajudar os países em desenvolvimento a responder de forma mais eficaz aos desafios de saúde e financiamento que enfrentam, bem como aos altos preços de energia, alimentos e fertilizantes.
"Nos encontramos em um momento de considerável fluxo nas relações internacionais", frisou ele, acrescentando que os países emergentes e em desenvolvimento esperam cada vez mais que o Brics desempenhe um papel "construtivo e estabilizador". Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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