Sarkozy, de 71 anos, foi condenado em setembro de 2025 a cinco anos por conspiração criminosa, tornando-se o primeiro ex-presidente francês na história moderna a ser preso.
Ele cumpriu 20 dias na prisão de La Santé, em Paris, antes de ser libertado em novembro sob vigilância judicial. Ele recorreu e os promotores também apelaram, buscando recuperar acusações das quais ele havia sido absolvido no julgamento e impor uma pena mais longa. O julgamento do recurso vai até o início de junho, com veredicto esperado para 30 de novembro.
O ex-presidente enfrentou vários casos de corrupção nos últimos anos, mas o caso da Líbia tem, de longe, o maior peso político e simbólico, ao alegar que uma ditadura estrangeira ajudou a levar um presidente francês ao poder.
A acusação pediu aos três juízes que analisam o recurso que considerem Sarkozy culpado de corrupção, financiamento ilegal de campanha e ocultação de desvio de recursos públicos líbios - três acusações das quais ele foi absolvido no primeiro julgamento. Um pedido separado prevê que ele seja proibido de exercer cargo público por cinco anos.
O advogado de Sarkozy, Christophe Ingrain, disse a repórteres após a audiência que o pedido do Ministério Público é "estritamente idêntico" ao que promotores financeiros haviam solicitado sem sucesso no primeiro julgamento. "Não há dinheiro líbio na campanha dele, no patrimônio dele", afirmou. "Nicolas Sarkozy é inocente, e nós vamos demonstrar isso em quinze dias."
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







