Em post na rede X, Macron disse que, dado o desenvolvimento do memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irã, a evolução das necessidades e conversas com o sultão de Omã, decidiu adaptar seus dispositivos. "O porta-aviões Charles de Gaulle retorna assim à sua base em Toulon, enquanto nossos meios de desminagem e sua escolta permanecem implantados e prontos para intervir com nossos parceiros", acrescentou.
Macron ainda salientou que a França permanece plenamente mobilizada e continuará a ajustar seus meios de acordo com a evolução da situação e necessidades de segurança na região.
A mobilização francesa acontece apesar de alertas do Irã contra o envolvimento estrangeiro no Estreito de Ormuz, com uma autoridade persa citando nominalmente os esforços de Macron para tentar tirar as minas da região.
(Com Agência Estado)
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