Em outro comunicado, a Assembleia destacou declarações do deputado Nicolás Maduro Guerra, filho de Nicolás Maduro, feitas durante a mesma sessão.
Segundo o texto oficial, o parlamentar afirmou que "a identidade histórica e soberana do povo venezuelano prevalecerá diante das agressões externas", acrescentando que "se o governo dos Estados Unidos é Monroe, nós somos Simón Bolívar".
As declarações ocorreram após os ataques americanos contra o território venezuelano, que culminaram na captura do presidente do país sul-americano no fim de semana.
A nota acrescenta que a fala fez referência à "doutrina intervencionista dos Estados Unidos", ainda em menção à operação militar realizada no sábado, que resultou no que o comunicado classificou como "sequestro de Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores".
O texto afirma que o episódio foi classificado como "uma agressão sem precedentes aos princípios básicos do direito internacional".
Em nota separada, a Assembleia Nacional anunciou ainda que o deputado Jorge Rodríguez presidirá a "Comissão Especial para a Libertação" de Maduro e Cilia.
Segundo o comunicado, a formação da comissão foi informada pelo ministro da Comunicação e Informação, Freddy Ñáñez, após reunião do conselho de ministros realizada no domingo.
(Com Agência Estado)
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